O Fevereiro Roxo
é um mês dedicado à conscientização sobre três condições crônicas que impactam a vida de milhões de pessoas: Alzheimer, lúpus e fibromialgia. A campanha tem como objetivo informar a população, incentivar o diagnóstico precoce e promover um debate sobre a importância do cuidado contínuo. Neste artigo, vamos aprofundar o conhecimento sobre o Alzheimer, a doença neurodegenerativa mais comum entre idosos e uma das principais causas de demência no mundo.
O que é o Alzheimer?
O Alzheimer é uma doença progressiva que afeta a memória, o raciocínio e, com o tempo, a capacidade de realizar atividades cotidianas. Os primeiros sintomas costumam ser esquecimentos frequentes, desorientação e dificuldades em tomar decisões. Com a progressão da doença, surgem alterações na fala, mudanças de comportamento, alucinações e, em estágios avançados, perda dos movimentos e da comunicação verbal.
De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), aproximadamente 4,2 milhões de brasileiros vivem com demência ou declínio cognitivo leve. Globalmente, a estimativa é que até 2050, o número de pessoas com Alzheimer triplique, chegando a 150 milhões.
Diagnóstico e tratamento
Ainda não há cura para o Alzheimer, mas o diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença no controle da doença. O tratamento inclui medicamentos para retardar a progressão dos sintomas, terapias de estimulação cognitiva e adaptações no dia a dia para garantir a qualidade de vida do paciente.
O maior desafio no Brasil ainda é a falta de diagnóstico. Segundo a ABRAz, mais de um milhão de idosos vivem com Alzheimer sem saber, o que dificulta o início de um tratamento adequado. Especialistas recomendam acompanhamento médico regular, especialmente para pessoas acima dos 60 anos, para detectar sinais precoces da doença.
Fatores de risco e prevenção
Embora a idade seja o principal fator de risco, estudos indicam que certos hábitos de vida podem aumentar as chances de desenvolver a doença, como:
- Baixa escolaridade
- Hipertensão, diabetes e colesterol alto
- Sedentarismo e obesidade
- Tabagismo e consumo excessivo de álcool
- Isolamento social e depressão
- Exposição à poluição.
Por outro lado, hábitos saudáveis podem ajudar a prevenir ou retardar o avanço do Alzheimer. Manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos, estimular o cérebro com leituras e passatempos, além de cuidar da saúde mental e social, são medidas essenciais para um envelhecimento mais ativo e saudável.
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